EURONEXT DEBATE FUTURO DO MERCADO DE CAPITAIS E DISTINGUE OS SEUS PARTICIPANTES
Growth is back foi o tema da 2ª edição conjunta da conferência Via Bolsa e Euronext Lisbon Awards, decorrida no dia 20 de Fevereiro de 2018
E não só de dinheiro se falou no Museu do Dinheiro. Next Investment: produtos financeiros de mercado; Next Step: capital aberto ou private equity?; e Next Regulation: a regulação e o futuro do sistema financeiro foram as discussões que decorreram entre as intervenções do Governador do Banco de Portugal (abertura) e do Ministro-Adjunto (Encerramento).
Paulo Cruz do Millennium BCP, Paulo Freire de Oliveira do Banco BPI, Rui Broega, do Banco de Investimento Global debateram a relevância e as principais tendências futuras da aplicação de poupanças de médio e longo prazo em produtos financeiros que investem em ativos de mercado, alternativos aos depósitos bancários (fundos de investimento, fundos de pensões, ETFs).
João Talone da Magnum Investment Partners e Rodrigo Costa da REN abordaram as considerações estratégicas e implicações da decisão de abrir o capital (em mercado ou a um private equity); financiar/acelerar o crescimento, equilíbrio nas fontes de financiamento, governo e controlo, solução problemas de sucessão, fusões e aquisições, parcerias estratégicas, entre outros assuntos.
Elisa Ferreira do Banco de Portugal e Paulo Câmara da Sérvulo e Associados conversaram sobre o sistema financeiro europeu- e o português em particular, os modelos e regras de governo das instituições financeiras, as alterações regulatórias já implementadas, bem como como as que se perspectivam e consequentes alterações ao modelo de negócio bancário.
António Costa, Publisher do ECO – Economia Online conduziu a conferência em que se distinguiram, através da atribuição dos Euronext Lisbon Awards, emitentes, intermediários financeiros, e outras instituições e pessoas que, em 2017, se destacaram no mercado de capitais.
Paulo Rodrigues da Silva, CEO da Euronext Lisbon, sublinhou durante a sessão que: “Este é o momento em que se premeia o que melhor se fez em 2017, em prol do mercado de capitais. Mas é também o momento em que se discute o futuro. O mercado de capitais é hoje muito diferente, e destaca-se do passado: é mais global, mais concentrado, apresenta mais institucionais e menos particulares e é mais regulado. O que existem, sim, são novos instrumentos, novos tipos de entidades, mais tecnologia. E isto cria mais desafios para entidades pequenas e para países de menor dimensão, mas também maior abertura para os inovadores e os empreendedores.” E acrescentou: “Esta é uma nova realidade . Uma nova realidade, que devemos compreender, e que se coloca como um desafio para todos nós.”
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