Press releases

Euronext Lisbon assina protocolos de cooperação com NERA e ACRAL
Como parte da estratégia de divulgação do Mercado de capitais enquanto alternativa de financiamento para PME

Lisboa – 14 de Maio de 2014 - A EuronextLisbon assina no dia 14 de Maio dois novos protocolos de cooperação com associações da Região do Algarve: o NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve e a ACRAL - Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve. Estes acordos têm como objectivo colaborar no desenvolvimento e divulgação do mercado de capitais, em especial do mercado Alternext, reunindo, para tal, a conjugação de esforços comuns, os meios, experiência, prestígio, e saber.

No âmbito deste acordo a Euronext Lisbon levará a cabo acções junto de empresas associadas à NERA e ACRAL, sobretudo PME portuguesas, que estejam interessadas em aceder de forma simplificada ao mercado de capitais de modo a obter financiamento, diversificar a sua estrutura accionista ou colocar dívida sob a forma titulada. Por sua vez, a associações informarão os seus associados sobre esta opção de financiamento. Após a selecção das sociedades, e no pressuposto que estas spreencham condições para uma admissão ao mercado de capitais, a Bolsa apoiará a preparação das empresas para os presentes efeitos, designadamente fazendo as diligências necessárias junto de consultores especializados.

O acordo entre as duas entidades passará ainda por colaborar na preparação e realização de reuniões e apresentações, ou outras acções e iniciativas concretas de base individual, para o efeito de formação sobre e/ou promoção genérica do mercado de capitais ou mais direccionadas para as necessidades específicas de cada entidade em particular, nomeadamente no que se refira à arquitectura das operações tendentes à admissão à negociação nos mercados da Euronext, através de ofertas públicas e/ou colocações particulares de valores mobiliários.

“A capitalização das empresas é uma condição indispensável para enfrentar adequadamente os riscos e aproveitar oportunidades, sendo por isso uma prioridade que deve mobilizar todos os agentes económicos que podem contribuir para esse objectivo", disse, Luís Laginha de Sousa, Presidente do Conselho de Administração da Euronext Lisbon.

"O protocolo que hoje assinamos constitui mais um passo para ajudar a sensibilizar e mobilizar as empresas, no sentido de equacionarem o recurso ao mercado de capitais em geral, e à Bolsa em particular, como meio de suporte às suas estratégias empresariais", adiantou.
Esta parceria constitui mais um passo na criação de um ecossistema em Portugal que fomente a solução de financiamento das empresas através do recurso ao mercado de capitais, suportada pela admissão a um mercado especialmente destinado às PME – o Alternext.

Recorde-se que a Euronext Lisbon assinou nos últimos dois anos nove protocolos com Sociedades de Advogados, Consultoras e Intermediários Financeiros.

Bolsa Portuguesa distingue contributos de 2013 para o desenvolvimento do mercado de capitais português

Lisboa – 31 de janeiro de 2014 – A Euronext Lisbon atribuiu ontem à noite, na terceira edição dos Euronext Lisbon Awards, 20 prémios que reconhecem publicamente entidades que se distinguiram em 2013 pelo seu contributo para o desenvolvimento do mercado de capitais. Emitentes, corretoras, bancos de investimento, analistas, gestores de fundos, escritórios de advogados, académicos, jornalistas, entre outros, subiram ao palco da Fundação Oriente Museu para receberem o troféu que simboliza a distinção do seu mérito.

O evento contou ainda com o testemunho do Presidente e CEO dos CTT, Francisco de Lacerda, sobre a recente admissão desta empresa em Bolsa, e com o discurso de encerramento pelo Secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva Monteiro.

Por ocasião da entrega dos prémios, Luís Laginha de Sousa, Presidente do Conselho de Administração da NYSE Euronext Lisbon afirmou: “É com grande satisfação que realizamos a 3ª Edição dos "Euronext Lisbon Awards", um evento que sendo organizado pela Bolsa Portuguesa, sentimo-lo como sendo de todo o nosso "Ecossistema". 

The Exchange is actively engaged in a full range of activities aimed at bringing the financing of business in Portugal back on to a sounder footing. In 2013, we were once again a driving force in this area, servicing companies of all sizes and in all sectors. This evening’s event brings together all the key players in the financial sector and I believe that together we can be a an important part of the solutions our country and our companies are seeking.”

E acrescentou: “A bolsa está activamente comprometida com uma série de actividades que acreditamos poder fazer parte das soluções que o nosso País e as nossas empresas necessitam, e que podem ser decisiva e positivamente influenciados por todos aqueles que são parte integrante do universo abrangido pelos "Awards".

A entrega dos prémios foi conduzida por João Vieira Pereira, Diretor da Revista Exame e Editor do semanário Expresso, a quem se juntaram distintas personalidades do nosso país: David Justino, Carlos Monjardino, Joana Vasconcelos, Fernando Medina, Ulugbek Suyumov, Raul Marques, José Veiga Sarmento, João Duque, Rui Alpalhão, José Gomes Ferreira, José Maria Azevedo Rodrigues, Pedro Seixas Vale, Fernando Faria de Oliveira, Rui Leão Martinho, e Francisco Pinto Balsemão (por ordem de aparição).

A composição da equipa de júri dos NYSE Euronext Lisbon Awards mantém-se desde a primeira edição: os membros do PSI20 Committee, designadamente o Prof. Doutor João da Silva Ferreira, o Prof. Doutor João Duque e o Prof. Doutor Rui Alpalhão.

Os nomeados e vencedores da edição de 2014 foram:

Listed company - Best Performance - Compartment A

Banco Comercial Português, S.A. - Vencedor

Portucel  S.A.

Sonae SGPS, S.A. 

Listed company - Best Performance - Compartments B and C

Impresa SGPS, S.A - Vencedor

Mota - Engil SGPS, S.A.

Teixeira Duarte S.A.

Market member - Most Active Trading House in Shares 

Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. 

Banco Português de Investimento, S.A.

Morgan Stanley & Co International PLC – Vencedor

Market member - Most Active Trading House in Shares - Compartments B and C

Banco Português de Investimento, S.A. - Vencedor

Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. 

Morgan Stanley & Co International PLC

Market member - Most Active Trading House in Bonds

Banco Português de Investimento, S.A. - Vencedor

Florint BV

Jefferies International Limited

Market member - Most Active Trading House in ETF 

Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. 

Commerzbank AG - Vencedor

Intermoney Valores – Sociedade de Valores, S.A.

Market member - Most Active Trading House in Certificates

Banco Comercial Português, S.A. - Vencedor

Commerzbank AG

FINCOR – Sociedade Corretora, S.A

Market member - Most Active Trading House in Derivatives Market

Banco Bilbao Y Vizcaya Argentaria (Portugal), S.A. - Vencedor

Banco Santander, S.A

The Royal Bank of Scotland PLC

Market member - Most Active Trading House in Warrants

Banco Comercial Português, S.A. - Vencedor

Citigroup Global Markets Limited

Commerzbank AG 

Nº1 Seasoned Equity Offer House

Banif – Banco Internacional do Funchal, S.A.

Caixa - Banco de Investimento, S.A. - Vencedor

Caixa Económica Montepio Geral

Nº1 Corporate Bond House 

Banco Santander Totta, S.A - Vencedor

Caixa Económica Montepio Geral

Deutsche Bank A.G.

Most Active Research House

Banco Comercial Português, S.A. 

Banco Português de Investimento, S.A. – Vencedor

Goldman Sachs International

Most Active Law Firm

António Frutuoso de Melo & Associados,  Sociedade de Advogados, R.L.

Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados, Sociedade de Advogados, R.L.

Vieira de Almeida & Associados, Sociedade de Advogados, R.L. - Vencedor

Investment Fund/Open Pension Fund in Portuguese Stocks 

Espírito Santo Portugal Ações - gerido pela ESAF - S.G.F.I.M. - Vencedor

Santander Ações Portugal gerido pela Santander Asset Management - S.G.F.I.M.

Fundo PPR 5 Estrelas gerido pela Futuro – S.G.F.P

Financial Innovation

Bond Trader Online – Banco Invest, S.A.

MiniFutures – Commerzbank  AG

Nexponor SICAFI –  Fund Box - S.G.F.I.I. - Vencedor

Best Scientific Research on Portuguese Capital Markets – PhD Thesis and Published Articles

“Contagion Effects in the European NYSE Euronext Stock Markets in the context of the 2010 Sovereign Debt Crises” - Paulo Horta 

“Does Sentiment Matter for Stock Market Returns?” -  Carla Fernandes, Paulo Gonçalves, Elisabete Vieira - Vencedor

“Individual Investors Repurchasing Behaviour: preferences for stocks currently and previously owned” - Cristina Cerqueira Leal

Best Scientific Research on Portuguese Capital Markets – Master’s Thesis 

“O Herding Behaviour e o Sentimento: Evidência no Mercado Português” - Márcia Sofia Pereira – Vencedor

“Impacto da Informação de Governo: Análise da Retificação dos Relatórios de Governo das Sociedades Cotadas em Portugal” - Luísa Ribeiro de Fontes 

“A Análise Financeira como Auxiliar de Estratégia de Investimento no Mercado de Ações    Português” - Daniela Neves Rocha

Best Capital Market Promotion Event – Dedicated to institutional investors

X BPI  Iberian Conference

PEProbe – Vencedor

Relatório Católica Lisbon/AEM – Governo das Sociedades em Portugal

Best Capital Market Promotion Event – Dedicated to retail investors

Ação de Promoção Santander para Investidores Não Institucionais – Banco Santander 

Iniciativa de Promoção Investidores de Retalho – Banco Best

Jogo da Bolsa – organizado pela GoBulling e Jornal de Negócios- Vencedor

Best Media Article on Capital Markets

“Fundos Espanhóis à Caça de Joias Escondidas em Lisboa” – Paulo Moutinho, Jornal de Negócios - Vencedor

“O que Precisa Saber sobre a OPV dos CTT” – Diogo Cavaleiro, Nuno Carregueiro, Filipa Lino, Nuno Teixeira , Jornal de Negócios

“Administradores Ganham 360 milhões a Investir nas suas Empresas” – Raquel Godinho, Jornal de Negócios

Banco Carregosa é o primeiro cliente em Portugal do SuperFeed™da NYSE Technologies

Lisboa - 7 de outubro de 2013– O Banco Carregosa é o primeiro cliente português a aderir ao serviço SuperFeed ™ da NYSE Technologies, a divisão tecnológica do grupo NYSE Euronext. Para comemorar esta adesão, responsáveis do banco, nomeadamente a ‘chairman’ Maria Cândida Rocha e Silva, tocaram o sino que marcou o encerramento da sessão da bolsa portuguesa.

Os clientes do SuperFeed ™ têm acesso consolidado aos dados de mercado relativos a importantes bolsas dos EUA, Europa e Ásia, num formato único, normalizado, disponibilizado através da rede Secure Financial Transaction Infrastructure (SFTI) da NYSE Technologies. Este serviço combina a simplicidade e eficiência de custos com o acesso a informação consolidada, com as capacidades de alto desempenho de um feed direto.

"A NYSE Technologies dá as boas vindas ao Banco Carregosa, por se ter tornado o primeiro cliente português a usar o nosso serviço de dados de mercado consolidado, o SuperFeed™. O Banco Carregosa junta-se a uma comunidade internacional cada vez maior de clientes que usam o SuperFeed™ como uma alternativa de valor acrescentado para dados de mercado em tempo real. A NYSE Technologies tem dois locais de presença em Lisboa, permitindo que potenciais clientes tenham acesso à rota das ordens e a dados do mercado através de toda a rede global SFTI”, disse Ian McIntyre, diretor da NYSE Technologies.

Miguel Geraldes, Head of Cash Market & Listing, Lisbon e Head of Relationship Management, Iberia, disse: “aescolha do SuperFeed™ como opção de acesso a informação de mercado em tempo real permitirá ao Banco Carregosa incrementar a sua posição competitiva ao nível da actividade de corretagem junto da sua base de clientes. O SuperFeed™, através da eficiência de custos e baixa latência no acesso aos mercados globais, possibilita ao Banco Carregosa alargar de forma significativa o universo de mercados e produtos. O Banco Carregosa torna-se assim o primeiro membro da Península Ibérica a adoptar esta solução da NYSE Tecnologies”.

Para o Banco Carregosa, o primeiro serviço de corretagem on-line em Portugal, lançado em 2000, este é mais um passo inovador para atender às necessidades e satisfação do cliente.

"A reduzida latência e fiabilidade dos dados disponibilizados pelo SuperFeed™ permitirá ao Banco Carregosa otimizar a sua infra-estrutura SFTI e proporcionar ferramentas de valor acrescentado para os nossos clientes",disse Paulo Mendes, administrador do Banco Carregosa. "Nós vamos usar este novo serviço para alimentar as nossas plataformas de negociação, combinando uma tecnologia ‘state-of-the-art’ para apoiar os nossos clientes a tomarem as melhores decisões de investimento possíveis", acrescentou.

NYSE Euronext Lisbon e ATP querem trazer mais empresas para a Bolsa

PME nacionais devem apostar no mercado de capitais como alternativa de financiamento

Lisboa - 26 de Setembro de 2013– A NYSE Euronext Lisbon (Bolsa Portuguesa) e a ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal assinalam hoje um protocolo de cooperação com o objectivo de incentivar e apoiar a entrada de novas empresas em Bolsa.

Com esta parceria - que se insere numa estratégia mais ampla de divulgação do mercado de capitais em Portugal e respectiva captação de novas empresas para cotarem as suas acções nos mercados NYSE Euronext - a Bolsa Portuguesa e a ATP vão promover acções junto de sociedades ligadas ao sector têxtil e de vestuário que estejam interessadas em aceder de forma simplificada à Bolsa de modo a obter financiamento, diversificar a sua estrutura accionista ou colocar dívida sob a forma titulada.

Por sua vez, a ATP informará os seus associados sobre esta opção de financiamento. Após a selecção das sociedades, e no pressuposto que estas sociedades preencham condições para uma admissão ao mercado de capitais, a Bolsa apoiará a preparação das empresas para os presentes efeitos, designadamente fazendo as diligências necessárias junto de consultores especializados.

“O acesso a financiamento e, em particular, o acesso a capital, são elementos imprescindíveis para as empresas Portuguesas poderem enfrentar os constrangimentos e aproveitar as oportunidades com que se deparam. As opções possíveis através do recurso ao mercado de capitais, podem e devem ocupar um maior espaço nas soluções adoptadas pelas empresas”, afirmou Luís Laginha de Sousa, Presidente do Conselho de Administração da Bolsa Portuguesa. “A Bolsa Portuguesa continua fortemente empenhada em promover o desenvolvimento do nosso mercado de capitais, em estreita colaboração com todas as entidades que se revejam nesse objectivo”, acrescentou.

A capitalização das empresas é uma das prioridades atuais do sector, de modo a tornar este cada vez mais competitivo e concorrencial à escala global. Face à situação conjuntural em que se torna cada vez mais difícil o acesso ao crédito bancário em condições suportáveis, as empresas têm de procurar alternativas para se financiarem e o recurso ao mercado de capitais é uma opção cada vez mais atrativa e que não está apenas reservada a empresas de grande dimensão. Este protocolo pode permitir que algumas empresas da fileira moda portuguesa possam ganhar o músculo suficiente para inclusivamente incrementarem a sua ambição de se expandirem, não apenas no mercado doméstico, mas sobretudo no mercado global, tendo em conta a vocação exportadora que a todas geralmente assiste”, disse Paulo Vaz, Director Geral da ATP.

Este novo protocolo de cooperação constitui mais um passo na criação de um ecossistema em Portugal que fomente a solução de financiamento das empresas através do recurso ao mercado de capitais e surge após o lançamento da EnterNext em Portugal, a subsidiária criada pelo Grupo NYSE Euronext especialmente vocacionada para apoiar as Pequenas e Médias Empresas (PME) a financiarem-se por esta via.

A Bolsa Portuguesa dispõe de três mercados distintos (mercado regulamentado, Easynext Lisbon e o Alternext) para as empresas portuguesas admitirem as suas acções. As regras de admissão e funcionamento são diferenciadas.  

NYSE Euronext admite MiniFutures na Bolsa Portuguesa

Lisboa - 23 de Setembro de 2013– A NYSE Euronext admitiu hoje em Lisboa, novos produtos emitidos pelo Commerzbank: os MiniFutures.

Os MiniFutures transaccionam no mercado a contado e pertencem a uma categoria de produtos que combinam as características dos contratos de futuros com as dos warrants, permitindo aos investidores beneficiar de oscilações acentuadas nas cotações dos respectivos activos subjacentes, especialmente em momentos de grande volatilidade.

Até ao final de Agosto, negociaram-se nos mercados NYSE Euronext, mais de 9,6 mil milhões de euros em ‘warrants e certificados’, dos quais mais de 44% (ou 4,3 mil milhões de euros) do volume são referentes aos MiniFutures. O número de negócios atingiu, no mesmo período, 2,5 milhões, sendo que 36% destes negócios são relativos a este novo produto. Durante os primeiros oito meses de 2013, foram vários os emitentes a lançarem novas emissões de MiniFutures, as quais somaram perto de 17 mil.

Relativamente a esta admissão, Pedro Fernandes, European Head of ETP’s, salientou: “os investidores procuram cada vez mais produtos alternativos, mas simples, para desenharem as suas estratégias de investimento. Com o lançamento dos MiniFutures do Commerzbank, a Bolsa Portuguesa passa a dispor de um novo produto estruturado dirigido a investidores com apetência ao risco, que combina as características dos contratos de futuros com as dos ‘warrants’, os quais têm registado uma grande procura por parte dos investidores europeus nos últimos anos”.

Por ocasião da emissão Miguel Geraldes, Head of Cash Market & Listing, Lisbon e Head of Relationship Management, Iberia, afirmou: “o lançamento dos MiniFutures do Commerzbank é mais um passo para aumentar a oferta de alternativas de investimento no mercado nacional. A NYSE Euronext está empenhada em apoiar produtos derivados que satisfaçam as necessidades dos investidores com eficiência, liquidez, transparência e segurança”.

Hélio da Silva Cláudio, Managing Director Public Distribution International doCommerzbank,  evidenciou que “os MiniFutures são produtos da gama dos instrumentos alavancados com barreira de knock-out, diferenciando-se por terem uma vida ilimitada, pois não têm uma data de vencimento pré-definida. Como podem ser emitidos com níveis de alavancagem reduzida até níveis de alavancagem bastante elevada, os MiniFutures são utilizados em estratégias de investimento versáteis, desempenhando funções semelhantes quer às dos Turbo Warrants, quer às dos Certificados tipo "Tracker". São os instrumentos alavancados mais negociados nas bolsas europeias e acreditamos que possam ter o mesmo sucesso no mercado português”.

Esta emissão vai incluir os seguintes subjacentes:

Índices:

  • PSI 20
  • CAC 40
  • DAX
  • Dow Jones
  • EuroStoxx 50
  • IBEX
  • Nasdaq
  • S&P 500

Acções Portuguesas:

  • Altri
  • BCP
  • BES
  • Galp
  • PT
  • Sonae SGPS

Acções Internacionais:

  • Adidas
  • Allianz
  • Amazon
  • Apple
  • Banco Santander
  • BNP
  • Commerzbank
  • Deutsche Bank
  • eBay
  • Facebook
  • Google
  • Intel
  • Microsoft
  • Nokia
  • Soc Gen

Os MiniFutures (também conhecidos como Unlimited Turbos ou Speeders) são os produtos alavancados mais negociados nas bolsas europeias. Os principais mercados europeus de negociação dos MiniFutures são Alemanha, Holanda, Suíça, Suécia e França, mas este produto também tem sido um sucesso em Itália, Finlândia e, mais recentemente, na Noruega. O Commerzbank está presente em todos estes mercados e é o primeiro emitente  a lançar este produto em Portugal.

Os MiniFutures - tal como os contratos de futuros - reproduzem as variações do respectivo activo subjacente (acções, índices, divisas, obrigações ou matérias-primas). Caso o activo subjacente sofra uma alteração, os MiniFutures reproduzem esta alteração – tendo em consideração o rácio ou a paridade – de forma quase exacta.

Os MiniFutures destinam-se a investidores com apetência para o risco, que têm uma expectativa concreta em relação a um activo subjacente e que pretendem beneficiar, de forma mais do que proporcional, de movimentos esperados no activo subjacente, através da aquisição de MiniFutures Long (para subidas de cotações dos respectivos activos subjacentes) ou MiniFutures Short (para descidas de cotações dos respectivos activos subjacentes).

 

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